24º Congresso: Plenária delibera sobre ações de trabalho para os próximos anos

Publicado em: 4/12/2017 | 09:52

Última Plenária do 24º Congresso Nacional da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil – CSPB, discute e delibera, nesta sexta-feira (01), ações apresentadas pelas quatro Comissões Temáticas, bem como a resolução.

Ao longo do último dia de evento, foram pautadas questões voltadas ao "Estado Social e Democrático de Direito", "Negociação Coletiva no Setor Público", "Direito de Greve no Setor Público" e "Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), seguindo a linha da Organização Sindical e o Custeio da Estrutura Sindical nos Serviços Públicos", temas correspondentes às quatro comissões que compuseram as comissões temáticas do segundo dia de evento.

Durante a reunião foi apontada a necessidade de um Estado voltado aos interesses sociais da população. Um Estado que esteja além de um operador de mercado, indo para a formação de um agente de transformação e desenvolvimento. As deliberações sobre a Comissão 1 versaram sobre o apoio financeiro à Auditoria Cidadã da Dívida Pública, a fim de possibilitar ações concretas, visando cursos à distância, dos livros e do caderno de estudos, além da realização de estudos específicos, oficinas entre outros.

Entre as deliberações feitas na comissão 2, está a realização de um trabalho de base com os servidores públicos e a sociedade, no sentido de fazer com que a sociedade fique à favor dos servidores, e compreenda os riscos de destruição em que passa a categoria. Outro item citado foi a capacitação dos dirigentes sindicais, quanto ao Plano da CSPB, que garanta maior conhecimento sobre a legislação referente as relações de trabalho no setor público, juntamente com a realização de atividades que venham resgatar a luta de classes no Brasil.

No término dos debates, a  Comissão  3 apresentou proposições voltadas para a formação sindical de quadros e conscientização das bases pra compreensão do processo de greve, além da atuação da CSPB que impeça a aprovação do Projeto de Lei sobre a regulamentação do direito de greve no serviço público. Será preparado, nas bases, um momento anterior e posterior ao movimento grevista. E por fim criará uma instância regulamentadora da organização sindical dos trabalhadores de autorregulamentação.

As proposições  da  Comissão 4 foram voltadas e deliberadas no sentido de investir na Formação Sindical Classista e  a orientação das entidades sindicais é para que os servidores e seus familiares não votem, em 2018, nos parlamentares responsáveis pela aprovação da “reforma” trabalhista.

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