Outubro Rosa conscientiza mulheres sobre o câncer de mama

Publicado em: 1/10/2018 | 11:52


O diagnóstico pode ser simples, no entanto, a falta de informação ainda faz com que muitas mulheres sejam vítimas fatais do câncer de mama. Pesquisas apontam que a doença provoca 520 mil mortes por ano em todo o mundo. E foram justamente esses números alarmantes que levaram a criação da campanha Outubro Rosa, um movimento que nasceu em 1990 para estimular a participação da população no controle da enfermidade. O objetivo é conscientizar e alertar o público feminino sobre prevenção e tratamento reduzindo, assim, as taxas de mortalidade. A FUPESP apoia esta causa que é de interesse de milhares de companheiras servidoras públicas.

O foco principal da campanha é a detecção precoce da doença, que pode ser feita, simplesmente, pelo autoexame, ou o chamado exame de toque. Especialistas indicam a realização do procedimento uma vez por mês, sempre de 3 a 5 dias após o aparecimento da menstruação ou em uma data fixa nas mulheres que já não menstruam mais. A técnica ajuda a evitar que o câncer de mama continue sendo o segundo tipo de neoplasia maligna mais comum em mulheres no Brasil, sendo a que mais provoca mortes.  

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer, em 2018, cerca de 60 mil novos casos da doença deverão ser diagnosticados. Em 2016, conforme o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS), mais de 16 mil mulheres morreram acometidas pela doença. Por isso, a necessidade de um mês totalmente voltado a essa questão. A iluminação de prédios públicos com luzes cor de rosa é uma das referências da campanha. O laço é o símbolo oficial. Porém, vale lembrar que, apesar das características femininas do movimento, os homens também podem ajudar parceiras e familiares, se informando e transmitindo conhecimento. 

Autoexame

Para fazer o autoexame da mama é necessário seguir três passos principais que incluem fazer observação em frente ao espelho, palpar a mama de pé e repetir a palpação deitada. Todas as mulheres após os 20 anos, com caso de câncer na família, ou com mais de 40 anos, sem casos familiares, devem realizar o procedimento.
 

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