Protestos de rua podem derrotar reforma administrativa de Bolsonaro
Os presidentes dos sindicatos dos servidores de Santos, Praia Grande, Guarujá e São Vicente, com a coordenadora do ‘Basta’ Mara Valéria
Os protestos de rua ocorridos no último dia 29 de junho em todo o país, e os próximos que serão agendados, podem derrubar a reforma administrativa do governo Bolsonaro em tramitação na câmara federal.
A expectativa é dos presidentes dos sindicatos dos servidores municipais de Santos, Guarujá, Praia Grande e São Vicente, que participaram de ‘live’ do Sindest na noite de terça-feira (1).
Sindest é o sindicato dos 12 mil servidores estatutários e 4 mil aposentados de Santos, que semanalmente promove ‘lives’ sobre assuntos de interesse da categoria e da população.
O presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel, que voltou a participar das ‘lives’ após três semanas internado na Santa Casa, e duas semanas em casa, para tratamento de covid-19, foi enfático.
“Se a vitória do governo na votação da ‘pec’ 32 já foi apertada na comissão de constituição, justiça e cidadania, semana passada, por 39 votos a 26, a situação ficará pior na comissão especial”, disse o sindicalista.
A ‘pec’ a que se refere o presidente do Sindest é a proposta de emenda constitucional 32-2020, da reforma administrativa, que irá a plenário da câmara apenas se for aprovada na comissão especial.
Fábio espera que novos protestos de rua ocorram nas capitais, grandes e médias cidades antes da votação em plenário. E que eles ponham medo nos parlamentares preocupados com a reeleição em 2022.
“Nosso trabalho agora ficou mais gostoso e fácil”, disse o sindicalista. “Bolsonaro ganhou na comissão de justiça, mas na verdade perdeu, pois achou que ganharia de lavada”.
Fonte - jornalista Paulo Passos
Os protestos de rua ocorridos no último dia 29 de junho em todo o país, e os próximos que serão agendados, podem derrubar a reforma administrativa do governo Bolsonaro em tramitação na câmara federal.
A expectativa é dos presidentes dos sindicatos dos servidores municipais de Santos, Guarujá, Praia Grande e São Vicente, que participaram de ‘live’ do Sindest na noite de terça-feira (1).
Sindest é o sindicato dos 12 mil servidores estatutários e 4 mil aposentados de Santos, que semanalmente promove ‘lives’ sobre assuntos de interesse da categoria e da população.
O presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel, que voltou a participar das ‘lives’ após três semanas internado na Santa Casa, e duas semanas em casa, para tratamento de covid-19, foi enfático.
“Se a vitória do governo na votação da ‘pec’ 32 já foi apertada na comissão de constituição, justiça e cidadania, semana passada, por 39 votos a 26, a situação ficará pior na comissão especial”, disse o sindicalista.
A ‘pec’ a que se refere o presidente do Sindest é a proposta de emenda constitucional 32-2020, da reforma administrativa, que irá a plenário da câmara apenas se for aprovada na comissão especial.
Fábio espera que novos protestos de rua ocorram nas capitais, grandes e médias cidades antes da votação em plenário. E que eles ponham medo nos parlamentares preocupados com a reeleição em 2022.
“Nosso trabalho agora ficou mais gostoso e fácil”, disse o sindicalista. “Bolsonaro ganhou na comissão de justiça, mas na verdade perdeu, pois achou que ganharia de lavada”.
Fonte - jornalista Paulo Passos
