Jornal do Brasil

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região informou ontem que funcionários do banco Nossa Caixa teme uma onda de demissões com a possível compra da estatal paulista pelo Banco do Brasil. Os bancários pediram à direção do Banco do Brasil e aos deputados estaduais, caso se concretize a venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil, transparência no processo para evitar o clima de insegurança entre os funcionários.

O Banco do Brasil informou na quarta-feira que está negociando a compra da Nossa Caixa. A negociação dependeria de aprovação da Assembléia Legislativa paulista. Valores não foram divulgados pelas estatais.

Negociações permanentes

– Queremos estabelecer com a direção do Banco do Brasil negociações permanentes para garantir compromissos de que não haverá demissões, redução de direitos e nem fechamento de agências bancárias. Cobrar direitos e empregos é uma forma de garantir que o processo não seja prejudicial para os trabalhadores – afirmou Luiz Cláudio Marcolino, presidente do sindicato dos bancários.

Marcolino também informou que os bancários vão "exigir dos deputados que, na eventual venda da Nossa Caixa, seja considerada a preservação dos empregos". Para o dirigente a concentração do sistema financeiro é prejudicial aos funcionários e aos clientes.

– A população acaba ficando refém das mesmas taxas e serviços praticados e a concorrência cada vez mais reduzida – disse Marcolino.

O governador de São Paulo, José Serra, fez questão de ressaltar que "a declaração de intenção (de compra do banco Nossa Caixa) não significa negócio fechado".

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Sindicato dos Bancários quer transparência no processo

Publicado: 23/05/2008 | 11:36


Jornal do Brasil

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região informou ontem que funcionários do banco Nossa Caixa teme uma onda de demissões com a possível compra da estatal paulista pelo Banco do Brasil. Os bancários pediram à direção do Banco do Brasil e aos deputados estaduais, caso se concretize a venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil, transparência no processo para evitar o clima de insegurança entre os funcionários.

O Banco do Brasil informou na quarta-feira que está negociando a compra da Nossa Caixa. A negociação dependeria de aprovação da Assembléia Legislativa paulista. Valores não foram divulgados pelas estatais.

Negociações permanentes

– Queremos estabelecer com a direção do Banco do Brasil negociações permanentes para garantir compromissos de que não haverá demissões, redução de direitos e nem fechamento de agências bancárias. Cobrar direitos e empregos é uma forma de garantir que o processo não seja prejudicial para os trabalhadores – afirmou Luiz Cláudio Marcolino, presidente do sindicato dos bancários.

Marcolino também informou que os bancários vão "exigir dos deputados que, na eventual venda da Nossa Caixa, seja considerada a preservação dos empregos". Para o dirigente a concentração do sistema financeiro é prejudicial aos funcionários e aos clientes.

– A população acaba ficando refém das mesmas taxas e serviços praticados e a concorrência cada vez mais reduzida – disse Marcolino.

O governador de São Paulo, José Serra, fez questão de ressaltar que "a declaração de intenção (de compra do banco Nossa Caixa) não significa negócio fechado".