Federação dos Funcionários Públicos Municipais do Estado de São Paulo
Notícia

Professores da rede estadual de São Paulo entram em greve

Cerca de mil professores da rede de ensino estadual de São Paulo reunidos na sexta-feira, em assembleia, aprovaram entrar em greve na segunda-feira. A categoria reivindica reposição salarial de 34,3%. Os manifestantes se reuniram na sexta, às 15 horas, na Praça da República, no centro da cidade. Duas horas depois, os professores ainda permaneciam no local. Segundo a Polícia Militar, o protesto dos professores foi pacífico e não interferiu no trânsito. Eles ficaram concentrados em frente ao prédio da Secretaria da Educação. De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), a classe fará nova assembleia para avaliar a continuidade da greve na sexta-feira, dia 12. A Secretaria da Educação divulgou nota classificando a aprovação da greve como uma "decisão política". "A entidade (Apeoesp) contesta todos os programas de evolução educacional instituídos pelo atual governo, extrapolando as reivindicações sindicais", diz o texto. A secretaria também disse "confiar" que o conjunto dos docentes não vai se mobilizar. Além do reajuste salarial, os sindicatos dos docentes pedem o fim do programa de promoção por mérito, que instituiu uma prova para dar aumentos anuais apenas para os 20% mais bem classificados. As organizações também são contrárias às provas de classificação para os temporários. Os professores com as melhores notas são chamados antes para a atribuição de aulas, independentemente do tempo de serviço. Fonte IG* Com Agência Estado

 Cerca de mil professores da rede de ensino estadual de São Paulo reunidos na sexta-feira, em assembleia, aprovaram entrar em greve na segunda-feira. A categoria reivindica reposição salarial de 34,3%. 

Os manifestantes se reuniram na sexta, às 15 horas, na Praça da República, no centro da cidade. Duas horas depois, os professores ainda permaneciam no local. Segundo a Polícia Militar, o protesto dos professores foi pacífico e não interferiu no trânsito. Eles ficaram concentrados em frente ao prédio da Secretaria da Educação.

De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), a classe fará nova assembleia para avaliar a continuidade da greve na sexta-feira, dia 12.

A Secretaria da Educação divulgou nota classificando a aprovação da greve como uma "decisão política". "A entidade (Apeoesp) contesta todos os programas de evolução educacional instituídos pelo atual governo, extrapolando as reivindicações sindicais", diz o texto. A secretaria também disse "confiar" que o conjunto dos docentes não vai se mobilizar.

Além do reajuste salarial, os sindicatos dos docentes pedem o fim do programa de promoção por mérito, que instituiu uma prova para dar aumentos anuais apenas para os 20% mais bem classificados.

As organizações também são contrárias às provas de classificação para os temporários. Os professores com as melhores notas são chamados antes para a atribuição de aulas, independentemente do tempo de serviço.

Fonte IG* Com Agência Estado