O presidente Michel Temer se reúne na tarde desta quarta-feira (17) com senadores e técnicos do Palácio do Planalto para tentar evitar mudanças no texto da reforma trabalhista aprovado pela Câmara. O encontro está marcado para as 16h.

O presidente Michel Temer se reúne na tarde desta quarta-feira (17) com senadores e técnicos do Palácio do Planalto para tentar evitar mudanças no texto da reforma trabalhista aprovado pela Câmara. O encontro está marcado para as 16h.
Em audiência conjunta das comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Assuntos Econômicos (CAE) quarta-feira (10) no Senado, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ministro Ives Gandra Martins Filho, defendeu integralmente o Projeto de Lei da Câmara (PLC 38/2017) sobre a reforma trabalhista, com o argumento de que o projeto garantirá segurança jurídica na relação capital e trabalho.
BRASÍLIA - O governo começará a semana com mais uma ofensiva em busca de apoio para a aprovação da reforma da Previdência. O presidente Michel Temer fará afagos aos prefeitos e à bancada ruralista, que detém 220 votos na Câmara dos Deputados.
A semana passada foi pautada por diversas atividades na CSPB.Foram realizadas reuniões do Conselho Fiscal, da Executiva e do Conselho de representantes da CSPB.
Na próxima semana (entre os dias 8 e 12) as centrais vão enviar a Brasília um grupo de sindicalistas preparados para dialogar com deputados e senadores sobre as propostas de reformas previdenciária e trabalhista, que estão em tramitação no Congresso nacional.
Um dos pontos mais polêmicos da Reforma da Previdência apresentado pelo governo Temer é o tempo mínimo de 40 anos de contribuição para que o trabalhador receba o valor integral na aposentadoria.
Os jovens foram os que mais perderam A taxa média para a faixa etária passou para 27,2%, em 2016; adultos e idosos também foram prejudicados pela alta dos índices, mas em menor proporçãoemprego no Brasil em 2016.
A eventual transformação em lei do texto proposto, portanto, significa que o Direito do Trabalho poderá ser completamente precarizado e a Justiça do Trabalho perderá a razão de existir, já que a lei só poderá ser aplicada caso não haja acordo ou convenção coletiva dispondo de modo diferente. Significará a destruição da legislação trabalhista brasileira, o enfraquecimento dos sindicatos e a mais profunda e perversa precarização das relações de trabalho no País.
Uma pesquisa do Instituto Datafolha (03/05) mostrou que 70% dos eleitores defendem o fim do foro privilegiado para autoridades. 24% são a favor da manutenção do foro, e outros 6% disseram que não sabem qual é a melhor saída sobre a questão.
A produção da indústria brasileira caiu 1,8% em março em comparação com fevereiro. No entanto, frente a março de 2016, a atividade fabril teve expansão de 1,1%, após cair 0,8% em fevereiro e avançar 1,4% em janeiro.