Gilcese Dias Caxias, que aparece ao centro na foto acima, esteve nesta quarta-feira no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde atualmente despacha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva - o Palácio do Planalto está em reforma.

Acorrentado junto à calçada, o rapaz fez um protesto pacífico contra supostas irregularidades cometidas em um concurso público aberto pela Força Aérea Brasileira (FAB). Caxias representa uma associação de ex-soldados especializados da FAB e diz que o edital é falho em relação a uma série de exigências que passaram a ser alvo de contestações por parte da Aeronáutica.

Os militares dizem, no entanto, que tudo está ok.

06-08-2009 | 14:47

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu e o monopólio da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) sobre os serviços postais no país está mantido. Os ministros da Suprema Corte só livraram o envio de encomendas, além de produtos editoriais como jornais e revistas. Esses, no entendimento dos juízes do STF, podem e devem continuar sendo explorados por empresas privadas.

Falar em monopólio no Brasil é algo quase passional. O assunto ganha contornos diabólicos ou angelicais dependendo do ponto de vista. No caso da cerveja, monopólio é visto como algo ruim pela sociedade. O mesmo vale para o mercado de aviação, de chocolates, TV por assinatura, de alimentos congelados, telefonia, de refrigerantes etc, etc, etc.

Por que então o dos Correios é bom?

O sindicato que representa os funcionários - o mesmo que "denuncia" que diretores da estatal chegam a ganhar R$ 30 mil por mês (ops!) - diz que é bom porque "esta vitória não é apenas dos trabalhadores da ECT, mas sim de todo o povo brasileiro que poderá continuar contando com os serviços dos Correios como sempre foi em nosso país. Mais uma vez a vitória é dos que lutam por um Correio público e de qualidade a serviço da população do Brasil" (íntegra da nota oficial).

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, concorda. Ele defende que se os Correios perderem o direito de exclusividade o país estaria próximo de um "desastre". Segundo o ministro, "milhares de funcionários" seriam demitidos, agências e serviços, fechados ou prejudicados.

Será?

Recomendo a leitura da
lei 6.538, de 1978, que trata dos serviços postais. Com um pouco de atenção e desprendimento é possível enxergar ganhos e perdas para a nação no texto escrito pelo ex-presidente Ernesto Geisel.

O país não deve temer o monopólio ou a quebra dele. É temeroso (isso sim) associar exclusividade a bons serviços. Isso não é regra!

06-08-2009 | 14:46

partir do ano que vem, o Conselho Nacional de Justiça poderá dar início ao preenchimento das 8.510 vagas criadas para as novas 230 varas federais. A implantação será feita gradualmente até 2014. Cerca de 230 oportunidades serão destinadas ao cargo de juiz federal; outras 230 serão reservadas para juiz substituto; aproximadamente 2.070 vagas serão para analistas judiciários e 2.530, para técnicos judiciários. Cargos comissionados terão 230 chances e as 3.220 vagas restantes serão para funções comissionadas.

AUDITOR FISCAL

O Ministério do Trabalho e Emprego solicitou ao Ministério do Planejamento autorização para promover concurso para auditor fiscal do trabalho. O pedido é de 520 vagas para o cargo, que exige formação superior em qualquer área. A remuneração inicial é de R$ 13.067. O último concurso para o cargo aconteceu em 2006 e teve a oferta de 200 vagas. A Esaf foi a organizadora da seleção.

06-08-2009 | 14:43


O pleno do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou instrução normativa que regulamenta a publicação das remunerações e diárias pagas pela instituição. De acordo com o presidente do conselho, ministro Gilmar Mendes (foto), a medida é uma forma de tornar mais transparentes estes números. Segundo Mendes, a  instrução  é uma forma de dar mais transparência ao conselho. “Nós  estamos aperfeiçoando  a resolução e colocando  à disposição, no portal do CNJ na internet, também, os dados relativos ao próprio  conselho”, comentou. A instrução normativa determina que todas as remunerações e diárias pagas pelo CNJ sejam publicadas na internet até o quinto dia útil do mês subsequente ao efetivo pagamento, sem identificação pessoal do beneficiário. Tais informações ficarão localizadas no link intitulado “Transparência”, localizado na página  de abertura do portal, que pode ser acessado pelo endereço www.cnj.jus.br.


 

LDO estabelece divulgação


Em breve, os salários dos servidores públicos federais também vão estar na internet. É o que prevê a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada no mês passado pelo Congresso Nacional. Não serão divulgados, entretanto, a carga horária e o local exato de trabalho dos funcionários públicos. Na proposta original, a listagem a ser publicada na internet deveria conter “lotação e local do exercício” dos servidores. Isso significa que ficariam explícitos, por exemplo, os casos em que o funcionário fica lotado em um órgão de Brasília mas trabalha numa gerência regional em outra cidade do País. Mas, alegando necessidade de proteção dos servidores, a proposta foi alterada. A relação de servidores vai excluir aqueles “cujo exercício profissional é protegido por sigilo”. Assim, agentes da Receita Federal, Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e fiscais do Ministério do Trabalho podem  nem figurar nas listas.

 

Ações na Justiça


Entidades que representam os servidores ameaçam entrar com ações na Justiça caso seja divulgado o nome do servidor ao lado da remuneração. Segundo os servidores, isso ameaça a segurança não apenas do funcionário como de suas famílias. Mas, não será tarefa fácil, já que o próprio Gilmar Mendes considerou legal a divulgação na internet dos salários dos servidores municipais de São Paulo, no primeiro semestre.  Para Mendes, a remuneração bruta mensal dos servidores públicos é um gasto do poder público.

 

Polêmica na capacitação


E a proposta do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ubiratan Aguiar, de criar uma universidade corporativa para ensinar aos servidores noções de gestão pública está causando o maior bafafá. A diretora de Comunicação e Pesquisa da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Paula Montagner, disse que as escolas de governo já exercem esse papel, sem a necessidade de criação de mais uma estrutura. Há três semanas, Aguiar levou sua proposta à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Para ele, muitos projetos são barrados no TCU por dolo, mas outros tantos são rejeitados por falta de formação técnica. "Eu reconheço o valor da Enap e da Esaf. Mas elas têm um papel diferente, mais específico. O foco desta universidade que estou propondo é fortalecer os mecanismos de gerenciamento do Estado", disse Aguiar.


Demanda aumenta


Depois da aprovação do Mandado de Injunção 824 pelo Supremo Tribunal Federal, em maio, cresceu o número de consultas de filiados ao Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sindjus) que desejam saber se têm direito a esse benefício. Para se ter uma ideia da corrida ao setor jurídico do sindicato, em junho havia apenas dez pedidos de consulta. Mas, até o dia 31 de julho, outros 35 servidores entraram com pedidos de acompanhamento de seus casos, alguns já com a documentação pronta para a elaboração do requerimento que solicita acesso a esse tipo de aposentadoria. O Mandado de Injunção impetrado pelo Sindjus garantiu o direito à aposentadoria especial para os servidores que exercem atividades sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, de acordo com o que diz o artigo 57 da Lei 8.213, de 1991. O direito à aposentadoria especial por insalubridade aos servidores públicos foi garantido pela Constituição Federal de 1998, mas até hoje não foi regulamentado. Em 18 ações julgadas recentemente, todas em 2009, os ministros do STF garantiram esse benefício.


Saúde mental em debate


Na abertura do 1º Fórum de Saúde Mental da Administração Pública Federal, o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, João Bernardo Bringel destacou a necessidade da criação de uma política pública de atenção à saúde mental dos servidores federais. Segundo ele, é preciso quebrar o preconceito de um problema que afeta não só o ambiente de trabalho, mas também, o ambiente familiar das pessoas. “A política de atenção à saúde mental dos servidores é de importância fundamental. Nos vemos hoje expostos a problemas que não contávamos há algum tempo atrás. Problemas que envolvem divórcio, situações conflitantes com os filhos, depressão e dificuldade de adaptação no ambiente de trabalho. Estas situações podem, definitivamente, afetar a saúde mental das pessoas. Por isso, precisamos buscar formas de identificar, solucionar e, até mesmo, de prevenir esse tipo de problema”, afirmou.


 

Servidores em estado de alerta


A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) discute a possibilidade de convocar uma plenária nacional extraordinária dos servidores de sua base depois que o governo começou a dar sinais de que pode recuar e romper com acordos firmados com diversas categorias. O assunto começou a ser discutido depois que a confederação recebeu a informação de que duas reuniões confirmadas para esta semana, no Ministério do Planejamento, foram canceladas sem justificativa consistente. A primeira categoria a sofrer prejuízo foi a dos servidores civis da carreira de Tecnologia Militar. Uma oficina que discutiria regulamentação da gratificação de qualificação (GQ) do setor aconteceria ontem. Os servidores têm garantido em acordo a discussão de reestruturação de tabela salarial para 2010. Os administrativos da Advocacia-Geral da União (AGU) também sofrerão prejuízo. Eles tiveram sua reunião agendada para amanhã cancelada. Para a Condsef esses cancelamentos são sinais do governo de que há disposição de recuar e não garantir todos os acordos firmados ao longo do ano passado e já transformados em lei. “Os servidores não estão dispostos a ver acordos já firmados sendo rompidos”, disse Josemilton Costa, secretário-geral da Condsef. Também está em jogo o reajuste para benefícios pagos.

06-08-2009 | 14:35

 

O Ministério do Planejamento autorizou o retorno ao serviço público federal de 47 ex-empregados públicos, demitidos durante o Governo Fernando Collor e anistiados pela Lei nº 8.878/94. A autorização foi concedida a integrantes da extinta Petrobrás Mineração S.A., Petróleo Brasileiro S.A. e Serviço Nacional de Informações.

 

06-08-2009 | 14:30

Representantes de centrais sindicais se reuniram na manhã de hoje (6) com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). No encontro, os sindicalistas pediram agilidade na votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas. A proposta aguarda votação em plenário.

Segundo o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, Temer sugeriu que o texto seja discutido em comissão geral antes de ser apreciado. A expectativa dos sindicalistas é de que a PEC seja votada na primeira semana de setembro.

06-08-2009 | 14:28

O Ministério dos Transportes (MT) recebeu autorização do Ministério do Planejamento para realizar concurso público. A autorização consta daPortaria nº 235, publicada hoje, na página 49 da Seção 1 do Diário Oficial da União.

São 170 vagas: 70 para agente administrativo (nível médio) e 100 para analista técnico-administrativo (nível superior). O quantitativo de vagas visa o provimento de cargos do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE) no quadro de pessoal efetivo do MT.

Os detalhes a respeito da seleção pública no MT serão divulgados em edital dentro de seis meses. O prazo é contado a partir desta quinta-feira.
 O Ministério dos Transportes (MT) recebeu autorização do Ministério do Planejamento para realizar concurso público. A autorização consta daPortaria nº 235, publicada hoje, na página 49 da Seção 1 do Diário Oficial da União.

São 170 vagas: 70 para agente administrativo (nível médio) e 100 para analista técnico-administrativo (nível superior). O quantitativo de vagas visa o provimento de cargos do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE) no quadro de pessoal efetivo do MT.

Os detalhes a respeito da seleção pública no MT serão divulgados em edital dentro de seis meses. O prazo é contado a partir desta quinta-feira.
 

06-08-2009 | 14:23

 

Países trocarão experiências e Brasil mostrará ações em Saúde e Segurança do trabalhador e inspeção do trabalho

 

Mais uma vez as boas ações na gestão de políticas públicas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) é objeto de estudos por outros países. Nesta terça-feira (04), o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, assinou termo de cooperação técnica com a Alemanha, com objetivo de aproximar as relações institucionais entre os dois países em políticas de emprego e renda e trocar experiências na área de saúde e segurança e inspeção do trabalho.

 

"Recebi a visita do vice-ministro do Trabalho da Alemanha, Klaus Brandner, com intuito de começar a colocar em prática as nossas trocas de experiências para ver se os bons exemplos de cada país cabem ao outro e contribuir no que for possível para aprimorar as respectivas instituições", disse.

 

A Alemanha tem interesse na parceria com a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Saúde e Segurança no Trabalho (Fundacentro) para o envio de técnicos que possam ensinar as boas práticas realizadas no Brasil na área de saúde e segurança no trabalho. Também se interessa pelo desempenho na área da inspeção do trabalho, realizada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).

Fonte: MTE

06-08-2009 | 10:01

 

Na comparação com 2008, todas as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE mostram queda na atividade industrial

 

A produção industrial cresceu em oito das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em junho na comparação com maio. A média nacional de crescimento foi de 0,2%. Na comparação com o mesmo mês de 2008, todas as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE mostraram queda na atividade industrial.

 

As maiores expansões mensais vieram de Pará (+10,2%), Goiás (+7,4%) e Bahia (+7,2%). Também houve aumento de produção em Minas Gerais (+3,3%), Região Nordeste (+2,9%), Santa Catarina (+1,4%), Rio Grande do Sul (+1,1%) e Rio de Janeiro (+0,5%). Por outro lado, o IBGE destacou as quedas da atividade industrial em São Paulo (-2,0%) e Paraná (-9,0%).  

 

No primeiro semestre, a produção industrial regional caiu em todas as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE nesta quarta-feira, 5, em comparação com o mesmo período do ano passado. As quedas mais expressivas foram em Espírito Santo (-29,3%), Minas Gerais (-21,3%), Amazonas (-16,8%), São Paulo (-14,4%) e Rio Grande do Sul (-13,5%). Tais recuos foram maiores que a queda recorde da média nacional, de 13,4%.  

 

De acordo com o IBGE, as regiões com maiores quedas foram afetadas pelo menor dinamismo das exportações, dos bens de consumo duráveis (automóveis, celulares e eletrodomésticos são citados pelo Instituto) e de bens de capital.

 

Na comparação de junho com o mesmo mês do ano passado, a produção industrial caiu em 12 das 14 regiões consultadas. A maior queda foi no Espírito Santo, de -25,2%, e o menor recuo foi de -3,2% na Região Nordeste. Em São Paulo, a queda foi de -13,4%. Só houve alta na Bahia, de 2,4%, e em Goiás, de 1,1%.

Fonte: Agência Estado

06-08-2009 | 09:16

Uma divergência nos votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) adiou a definição do monopólio dos Correios sobre encomendas e correspondências comerciais.

Esse foi o ponto mais controverso durante o julgamento da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) proposta pela Associação Brasileira das Empresas de Distribuição (Abraed) contra a Lei Postal (Lei 6.538, de 1978).

A entidade defende o direito de as empresas privadas atuarem livremente no mercado.

Ontem, os ministros concluíram seus votos, mas o tribunal não conseguiu proclamar uma decisão final. O fato é raro na história do STF e ocorreu por conta de três tendências distintas nos votos dos ministros, que resultaram na formação de duas correntes e levaram a um impasse na corte.

Uma primeira corrente, liderada pelo ministro Eros Grau, concluiu que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) deve ter o monopólio total sobre os serviços postais.

Essa corrente foi totalmente contrária à ação da Abraed e contou com os votos dos ministros Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie e Cezar Peluso, além de Grau.

Para eles, a Constituição considera a entrega de correspondência é um serviço público, e não uma atividade econômica sujeita à concorrência com empresas privadas.

Já uma segunda corrente entendeu que os Correios possuem o monopólio parcial. Nela, estão os ministros Carlos Ayres Britto, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e o presidente do STF, Gilmar Mendes. Para esses ministros, a ECT deve ter o monopólio sobre cartas, pois isso garante a prestação dos serviços em regiões remotas, como a Amazônia.

Por outro lado, reconheceram que alguns serviços não estão englobados no monopólio estatal, como entrega de jornais, revistas, encomendas e pacotes.

Para eles, a Constituição prevê a livre iniciativa, o que permite que empresas privadas prestem serviços de entregas no campo comercial.

"Eu entendo que a competência privativa da União para manter o serviço postal não engloba a correspondência comercial e de encomendas", afirmou Lewandowski. "Esses serviços não estão incluídos no monopólio estatal".

Por fim, o ministro Marco Aurélio Mello, relator da ação, concluiu que os serviços postais devem ser totalmente liberados para a iniciativa privada.

Após a votação, os ministros não conseguiram chegar a um consenso a respeito da soma dos votos. Ao todo, cinco ministros votaram pelo monopólio total.

Outros cinco ministros entenderam que há a possibilidade de as empresas privadas atuarem na entrega de encomendas e correspondência comercial. São os ministros da segunda corrente, mais Marco Aurélio.

Constatado o empate, Mendes optou por fazer um intervalo. Na volta, Mendes disse que Cezar Peluso estava ausente e que o ideal seria aguardá-lo para que o assunto fosse discutido.

O voto de Peluso não foi proferido ontem, mas em sessão anterior. O monopólio dos Correios está sendo julgado desde junho de 2005 e foi interrompido por diversos pedidos de vista.

O STF possui 11 ministros. O único que não votou foi o ministro Carlos Menezes Direito, que se declarou impedido de atuar no caso, mas não especificou o motivo do impedimento. (Fonte: Valor Econômico)

 

05-08-2009 | 11:02